O PATRIMÔNIO PUBLICO QUE É O HOSPITAL MUNICIPAL DR.. Francisco Moran,HOSPITAL ESTE ENTREGUE A TERCEIRIZAÇÃO,DE OSS, E SEM NENHUM CONTROLE SOCIAL, ATRELADOS A ESSE FATO E CONSIDERANDO A FALTA DE HUMANIZAÇÃO DO SUS NO MUNICÍPIO,CASOS ABSURDOS COMO ESSE, VIRARAM ROTINAS CORRIQUEIRAS NA CIDADE,COM A PALAVRA MP DE SP...
VEJA AQUI PONTO CHEGOU Família denuncia hospital de Barueri por agredir idosa
“ Partimos do princípio que a saúde do homem depende diretamente da boa saúde do meio ambiente”
“Se hoje reconhecemos que o homem é feito do pó e do barro, que tipo de homens surgirão de pós e barros contaminados”
Os Órgãos Ambientais pressionados pela demanda de crescimento econômico constante necessário para sobrevivência do capitalismo, sofrem de uma forte crise, e têm dificuldade para identificação dos conceitos que propiciariam meios para alcançar o desenvolvimento humano sustentável. Esta pressão tem levado estes Órgãos a decisões equivocadas, provocando a atuação da sociedade civil e por conseguinte do Ministério Público.
Um exemplo de decisão equivocada, alimentada pela desinformação, foi à transferência de cerca de 5 mil toneladas de solo contaminado com resíduos tóxicos (entre eles o pentaclorofenol e o hexaclorobenzeno – resíduos da Rhodia Cubatão) de São Paulo para Bahia, Paraná e depois para Santa Catarina, em detrimento de lógicas ambientais e das leis vigentes, se configurando apenas em transferência de passivo ambiental.
Outros Estados têm sido “vítimas” deste tipo de política de rejeitos industriais adotada pelo Estado de São Paulo, um processo que contém um forte apelo de Injustiça Ambiental, onde ao mesmo tempo em que transfere os passivos, põem em risco comunidades mal informadas geralmente menos favorecidas, e realimenta a indústria de produção de resíduos tóxicos, devido à facilidade do descarte barato sem tecnologia de ponta agregada, e sem a preocupação de por um fim nas tecnologias danosas de fim-de-tubo.
A Saúde tem ficado a parte destas discussões, muito pouco é realizado conjuntamente com o Meio Ambiente, resumindo-se nas questões da assistência. Longe de se declarar propósito de intenções, há uma sensação entre vários atores da sociedade, que aos Órgãos Ambientais tem cabido o papel da moderação de conflitos através do controle ambiental pouco eficaz, que não contempla a PRECAUÇÃO E PREVENÇÃO em sua integralidade, e aos Órgãos de Saúde cabe um papel quase exclusivo de assistencialismo, que por sua vez, alimenta uma indústria bilionária como a farmacêutica.
Muitos bilhões de Real serão economizados quando nos aplicamos com seriedade na SAÚDE AMBIENTAL.
Têm-se debatido freqüentemente a necessidade de se tramitar os processos de EIA/RIMA na esfera de Saúde, a fim de privilegiar a prevenção em saúde. Sobre a SAÚDE AMBIENTAL certamente haverá também a pressão econômica, mas não deixa de ser uma instância interessante hoje totalmente ignorados nos processos de licenciamento ambiental.
E também há necessidade dos Termos de Ajustamentos de Conduta utilizarem uma dinâmica semelhante através de regulamentação. Os TACs que são assinados pela via Judicial poderiam prever a participação dos Técnicos dos Órgãos Ambientais, da Saúde Ambiental e da Sociedade Civil Organizada, pensando em maior integralidade nos acordos.
ACPO
A vigilância em saúde ambiental visa ao conhecimento e detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Tem como finalidade criar medidas de promoção da saúde ambiental e prevenir e controlar os fatores de riscos à saúde. Cuida especialmente de vetores, reservatórios e hospedeiros, água para consumo humano, ar, solo, contaminantes ambientais e substâncias químicas, desastres naturais, acidentes com produtos perigosos, fatores físicos e ambiente de trabalho.
O técnico de saúde ambiental desenvolve atividades de identificação, caracterização de fatores de risco para a saúde originados no ambiente, participa no planejamento de ações da saúde ambiental, prevenção e promoção da saúde, assim como no desenvolvimento de ações de controlo e vigilância sanitária de sistemas, estruturas e atividades com interação no ambiente enquadradas na legislação sobre saúde ambiental.
Hospitais de São Paulo que apresentaram irregularidades na área de infecção hospitalar Ivy Farias Repórter da Agência Brasil
13 de Abril de 2009 - 19h47 - Última modificação em 13 de Abril de 2009 - 23h44
-->Mais de 100 hospitais de São Paulo têm irregularidades na área de combate a infecção Ivy Farias Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Ministério Público de São Paulo divulgou hoje (13) uma relação de 118 hospitais do estado de São Paulo que possuem algum tipo de irregularidade quanto ao controle de infecção hospitalar. O estudo foi feito em parceria com o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e mostrou que 92% dos 158 hospitais visitados têm alguma irregularidade no programa de controle de infecção hospitalar e 82% das Comissões de Controle de Infecção Hospitalar não atendem a pelo menos um dos itens avaliados.
De posse do estudo, o MP encaminhará para os promotores de cada cidade a lista com os respectivos hospitais com irregularidades. "Cada um ficará responsável por notificar, fazer um termo de acordo de conduta ou até mesmo processar o hospital", explicou o promotor de Justiça Reynaldo Mapelli Junior, coordenador da área de saúde pública do MP.
A análise foi realizada .
O SAMEB em Barueri esta na lista dos que apresentam irregularidades.
Por tanto,se algum usuario ou parentes de pacientes, que ficou em alguma situaçao de risco ou exposiçao de infecçao,ou pegou infecçao, dentro do SAMEB,ou vivenciou casos semelhantes, conte aqui sua historia relate para que possamos representar ao MP de forma ampliada a verdadeira situaçao da exposiçao de infeçao morbidade/mortalidade diante da falta de responsabilidade do sistema do Sus,na area em especial de infectologia, ausência de controle de infecçoes hospitalares.
MOPSAB -Alerta!!!!! Se alguem,passou pelo mesmo caso absurdo e lamentável que sera relatado as seguir Faça denuncia ao Ministerio Publico,sobre o ocorrido; leve ao conhecimento da Justiça,se dirijindo, ate a comarca e 5º Promotoria de Barueri, no Forum, e solicite uma audiência com o Promotor Exlmº Marcos Mendes Lyra, fale sobre o caso baseado sobre os mesmos argumentos desta denuncia,vivenciados por voce,ou alguem da familia,em especial sobre,Infecção Hospitalar e negligencia medica no SAMEB, Informe esta portaria de Inquerito Civil que segue. Diário eletrônico do MP. – Portarias de 30/06/2009 Subprocuradoria-Geral de Justiça – Assuntos Institucionais Nº. CAO: 08699/09 Nº Documento: 35/09 Município: BARUERI Assunto/Ementa: Apurar irregularidades no controle de infecções hospitalares. Parte: PRONTO SOCORRO E MATERNIDADE NAIR FONSECA LEITÃO ARANTES - REPRESENTADO SAMEB. Alem disso entre com um processo Criminal contra o atendimento tanto do SAMEB,quanto dos medicos envolvidos. Tenha atitude e nao deixe que mas vitimas serem expostas nessas condiçoes,na cidades mais ricas de Sao Paulo.se o município não se HUMANIZA o povo tem que REAGIR !!